segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Garfield again

August 3rd 2009 Comic StripLove it...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Story in progress...

III

Sorriu involuntariamente. Apetecia-lhe rir... Depois de tantas horas de monotonia, qualquer coisa que interrompa é um pretexto para ser feliz.
Voltou à sua sala e sentou-se no seu lugar olhando para as folhas dispersas. Cruzou as mãos por detrás da nuca enquanto apoiava os cotovelos na mesa.
— Uffff... — suspirou. — Vamos lá!
Levantou a cabeça decidido a atacar o ficheiro em branco. Oh, em branco? Mas agora não estava em branco! Ai, ele bem se lembrava que tinha deixado aquilo tudo em branco, que tinha passado a tarde toda sem escrever uma linha de código! Mas o que era aquilo? Alguém se tinha esgueirado ali e teclado todo um programa em, quê, 10 minutos? Menos!
— Ai, queres ver...
Pensou, esperançada mas no fundo sabia que ingenuamente, que podia ser o código para o programa que ele precisava e estivera a tentar escrever. Olhou para o que estava escrito e tentou compreender. Leva sempre algum tempo a perceber o código de outra pessoa. Não, não era, claro, o que ele queria. Claro. Claro e evidentemente.
Parecia estar completo, debuged. Podia passar horas a tentar compreendê-lo, mas, bah, o melhor é corrê-lo e ver o que dá.
Correu-o.
Ao fim de segundos a mensagem que se apresentava no command line era esta:

Solve the Riddle or you shall be sorry!71912551FINDAWAY41996SOLVETHEMYSTERY81777029928417Type the answer:

sábado, 8 de agosto de 2009

Raúl Solnado (1929-2009)


quarta-feira, 15 de julho de 2009

¡Y viva Quino!



In ¡Cuánta Bondad!

domingo, 12 de julho de 2009

O Semeador de Estrelas

Estátua em Kaunas, Lituânia. Coisas que fazem sonhar...!

Story in progress...

II

Lá em cima, numa sala em tudo semelhante à de baixo, foi encontrar o seguinte espectáculo: uma figura franzina, em pé, debruçava-se sobre a torre de um computador, agarrava nela com as duas mãos e puxando a si todas as forças que parecia não possuir, soltou um guincho e levantou a dita torre o suficiente para ela depois cair no chão com uma pancada seca. Era a quarta que ele ouvia e a última que a torre pareceu aguentar: várias placas de metal e plástico lhe saltaram para fora, espalhando-se no chão.
— Yvonne, what are you doing?!
A pergunta era retórica. Ele sabia muito bem o que ela fazia, bem lhe apetecia a ele fazer isso tantas vezes!
— Je peux pas plus! Je ne peux pas plus!... — disse ela, ofegante e ainda debruçada, com os braços estendidos e as mãos apoiadas na torre vitimizada. Os cabelos compridos não lhe deixavam ver a cara.
Ele agarrou-a levemente pelos ombros e fê-la sentar numa cadeira. Ela levou as mãos à cara e suspirou. Não se percebia se chorava ou não, nem ela o saberia dizer. Ele passou um braço por trás dela mas não apertou muito. Ficou assim, num semi-abraço. Eram inúteis, palavras; ele sabia bem o que ela tinha: após horas e horas de revisão, o programa dela continuava sem funcionar... E lá estava o ficheiro de código no seu laptop, e o command line aberto e cuja última mensagem era de erro.
— Vá, come on, take a break. You can do it, but you need a break — disse-lhe ele.
Ela tirou as mãos da cara:
— Thanks... — suspirou. — I'll be fine.
Ele disse que estava lá em baixo e provavelmente havia de ficar pela noite fora. Ela agradeceu outra vez e ele saiu para as escadas. E foi a pensar como ela tinha sido judiciosa: em vez de atirar com o seu laptop (onde tinha o programa a correr), canalizou a fúria para um dos desktops do instituto! O bode expiatório, artifício tantas vezes usado para lançar a frustração...

domingo, 5 de julho de 2009

Ponta Delgada...

Belo fim-de-semana. Did me good.