sábado, 1 de dezembro de 2007

1640 Restauração da Independência de Portugal

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Universitary Colleges at Oxford and at Cambridge

I got this information from Wikipedia and only rearranged it at my will.

COLLEGES OF THE UNIVERSITY OF OXFORD (1167):
1225 St Edmund Hall
1249 University College
1263 Balliol College
1264 Merton College
1282 Hertford College
1314 Exeter College
1324 Oriel College
1341 The Queen's College
1379 New College
1427 Lincoln College
1438 All Souls College
1448 Magdalen College
1509 Brasenose College
1517 Corpus Christi College
1524 Christ Church
1555 St John's College
1555 Trinity College
1571 Jesus College
1610 Wadham College
1624 Pembroke College
1714 Worcester College
1786 Harris Manchester College
1870 Keble College
1878 Kellogg College
1878 Lady Margaret Hall
1879 Somerville College
1879 St Anne's College
1886 St Hugh's College
1886 Mansfield College
1893 St Hilda's College
1937 Nuffield College
1950 St Antony's College
1961 St Peter's College
1962 Linacre College
1963 St Catherine's College
1965 Templeton College
1965 St Cross College
1966 Wolfson College
1979 Green College

TOTAL 39


COLLEGES OF THE UNIVERSITY OF CAMBRIDGE (1209):
1284 Peterhouse
1326 Clare College
1347 Pembroke College
1348 Gonville and Caius College
1350 Trinity Hall
1352 Corpus Christi College
1428 Magdalene College
1441 King's College
1448 Queen's College
1473 St Catharine's College
1496 Jesus College
1505 Christ's College
1511 St John's College
1546 Trinity College
1584 Emmanuel College
1596 Sidney Sussex College
1800 Downing College
1869 Girton College
1871 Newnham College
1882 Selwyn College
1885 Hughes College
1896 St Edmund's
1954 New Hall
1960 Churchill College
1964 Darwin College
1965 Wolfson College
1965 Clare Hall
1965 Lucy Cavendish College
1966 Fitzwilliam College
1976 Homerton College
1977 Robinson College

TOTAL 31

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Evgeny Kissin toca Aleksandr Scriabin

Étude Op. 8, N.º 12

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Mais Frases de Groucho Marx


"Go, and never darken my towels again."

"I could dance with you until the cows come home. On second thought I'd rather dance with the cows until you come home."

"It isn't necessary to have relatives in Kansas City in order to be unhappy."

"Money frees you from doing things you dislike. Since I dislike doing nearly everything, money is handy."

"My mother loved children - she would have given anything if I had been one."

"Women should be obscene and not heard."

"No one is completely unhappy at the failure of his best friend."

"In America you can go on the air and kid the politicians, and the politicians can go on the air and kid the people."

"I'd horsewhip you if I had a horse."

"She's afraid that if she leaves, she'll become the live of the party."

"There is no sweeter sound than the crumbling of one's fellow man."

"The husband who wants a happy marriage should learn to keep his mouth shut and his checkbook open."

"You'd better beat it. You can leave in a taxi. If you can't get a taxi, you can leave in a huff. If that's too soon, you can leave in a minute and a huff."

"Love goes out the door when money comes innuendo."

"I have nothing but confidence in you. And very little of that."

"Why should I do anything for posterity? What has posterity ever done for me?"

"I like my cigar, but I take it out of my mouth once in a while."

"I aughta join a club and beat you over the head with it."

"If i cannot smoke in heaven, then i shall not go."

"Well, art is art, isn't it? Still, on the other hand, water is water! And east is east and west is west and if you take cranberries and stew them like applesauce they taste much more like prunes than rhubarb does. Now, uh... Now you tell me what you know."

"You'll be hearing from my lawyer as soon as he graduates from law school!"

"As soon as I get through with you, you'll have a clear case for divorce and so will my wife."

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Diz que o Universo fez anos... Parabéns Universo!

A ideia de que o Universo terá exactamente 6010 anos e 1 dia é das mais deliciosas que já pude saborear! Para quem quer ser enganado saiba que o Universo foi criado por Deus (ou terá sido pela Trindade?) no dia 23 de Outubro de 4004 a.C., um Domingo (lamento, não sei a que horas foi)...

É fantástico, maravilhosamente místico, que haja pessoas que conseguem não só acreditar nisto e viverem o seu dia-a-dia acreditando nisto como, mais incrível para mim, terem um conhecimento tão reduzido da realidade que conseguem acreditar numa data tão exacta sem sequer questionar nada! E mais: usam Darwin para atacar o evolucionismo, dizem que Darwin não explica a origem da Vida. Bom, realmente Charles Robert Darwin não apresentou uma hipótese para explicar a origem da Vida (nem tão pouco era obrigado a isso, como os criacionistas parecem crer), apresentou uma hipótese para explicar a origem das Espécies (quem lesse o título do livro talvez suspeitasse logo); portanto, só posso concluir que, ou o Darwin que essas pessoas atacam deve ser outro que não o autor de "On the Origin of Species", ou que essas pessoas estão no limiar da ignorância... resta saber se do lado de cá se do lado de lá...

Para saberem mais leiam os excelentes posts de Palmira F. da Silva no De Rervm Natvra.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Um conto...

De vez em quando gosto de escrever. Escrever um texto, um conto, escrever apenas. Deixo agora aqui um desses meus pequenos textos, um "sem título", que é o título que a maior parte deles tem.

sem título

A luz do candeeiro estava demasiado forte. As canetas dançavam no tampo da mesa. Eu disse-lhes para pararem, mas elas fingiam que não me ouviam. E o candeeiro recusava-se a ser desligado. Como é que eu podia escrever no meio daquela algazarra toda? Ainda pedi à velha borracha azul para tentar acalmar as canetas, mas esqueci-me que nos dias de hoje as canetas já só têm respeito pelos correctores…

“PAREM!”, gritei eu, apenas num gesto de frustração, sabendo perfeitamente que não serviria de nada. E levantei-me e fui para a cozinha. Lá também não se podia estar: as panelas e as loiças coscuvilhavam, os talheres faziam amor dentro da gaveta, os armários e o frigorífico queixavam-se uns aos outros do peso das peças que tinham de aguentar, e mal eu entrei começaram a queixar-se a mim! Mas o mais sonoro de todos os objectos era, sem dúvida, a televisão.

“Acalmem-se, eu vou resolver isso… e tu não te podias calar um bocadinho?”, falei, tentando acalmar os queixumes dos armários e os ruídos da televisão. Precisava acalmar-me. Interrompi a conversa de um copo (que barafustou e eu pedi desculpa) para beber um pouco de água, mas, para variar, o lava-loiças era o único utensílio que já estava a dormir: nem uma gota de água saiu da torneira… Devolvi às suas conversas o copo, zangadíssimo por ter sido interrompido para nada (como eu o percebia!) e saí.

Fui para o quarto e deitei-me. Mas a cama atirou-me borda fora, que ainda não eram horas de dormir e ela queria aproveitar todos os momentos sem quilos a mais! Fiquei com a sensação que na manhã seguinte ia dormir uns quartos de hora a menos… Era uma cama muito temperamental. Os livros saltavam na estante, como acontecia sempre que eu passava. “Lê-me! Lê-me!”, “Não! A mim! A mim!”, “Agora eu! Agora eu!” Livros, sempre bajuladores…

Não sei o que estava a dar aos objectos, naquela noite, mas se o estúdio, a cozinha e o quarto estavam assim, melhor era nem tentar a casa de banho! Decidi enfrentar outra vez as canetas. Ainda dançavam. Desta vez experimentei a diplomacia. “Ouçam, se vocês pararem de dançar por hoje, eu prometo que só as uso para assinar documentos importantes.” Eu achava que era uma boa proposta: as canetas pelam-se por burocracia! “Isso inclui as esferográficas?”, perguntou ainda uma. “Sim, e os marcadores fluorescentes prometo que já só os uso para marcar livros técnicos!” (Os marcadores detestam que os usem senão para marcar calhamaços. Uma vez usei um para marcar poesia e nunca mais consegui marcar mais nada com ele. São instrumentos muito técnicos.) Um lápis novo, afiado, ainda tentou levar dali qualquer coisa, mas com ele não me preocupei: os outros lápis são todos velhos pequeninos que querem é sossego e desenho à vista. Consegui! Aceitaram recolher-se e o sossego voltou. O candeeiro até baixou a intensidade luminosa de sua livre vontade.

Disse “então, vamos trabalhar?” ao meu laptop, que me olhou ensonado, mas eu sabia que ele só precisava iniciar para ficar com a genica toda. Abri o processador de texto e quis começar a escrever. Oh diabo, depois de tanta coisa não me vinham ideias nenhumas! Ainda fiz um esforço pensativo. Nada. Então desisti e escrevi: A luz do candeeiro estava demasiado forte. As canetas dançavam no tampo da mesa

Escrito em Coimbra, a 13 de Agosto de MMVII

domingo, 21 de outubro de 2007

"Yes, Prime-Minister"

"Power to the People"

"The Ministerial Broadcast"